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Continental alcança objetivos e espera um faturamento de cerca de 37,5 bilhões de euros para 2015

Mar 5, 2015

  • O resultado líquido de 2014 melhora para aprox. 2,4 bilhões de euros / 11,88 Euros por ação
  • Dividendos aumentam para cerca de 30 por cento, para 3,25 euros
  • Alcançada a meta de faturamento de 34,5 bilhões de euros, apesar de contratempos devido a efeitos da taxa de câmbio
  • Dívida financeira líquida em seu nível mais baixo desde 2006 / Free Cashflow de 2 bilhões de euros
  • EBIT ajustado a 3,9 bilhões de euros / A margem EBIT ajustada é de 11,3 por cento
  • Começo bem sucedido do ano fiscal de 2015 Meta para 2020: faturamento de mais de 50 bilhões de euros a uma margem EBIT de dois dígitos

Hanôver, 5 de março de 2015. O Grupo Continental alcançou sua meta anual em 2014 e com isso, satisfez ao mesmo tempo alguns dos requisitos estabelecidos a longo prazo. A empresa líder em tecnologia foi capaz de gerar as receitas anunciadas de 34,5 bilhões de euros, alcançando uma margem ajustada de 11,3 por cento. O retorno do investimento em 2014 foi de exatamente 20 por cento. Isto representa um aumento pelo quinto ano consecutivo. A dívida financeira líquida diminuiu em quase 1,5 bilhões para cerca de 2,8 bilhões de euros. O nível de endividamento foi de 25,6 por cento no fim do ano.

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Para o ano fiscal atual, a Continental planejou um aumento de faturamento de quase 9 por cento para aproximadamente 37,5 bilhões de euros. Isto inclui uma contribuição para o faturamento de pelo menos 1,3 bilhões de euros a partir da primeira consolidação da empresa adquirida Veyance Technologies. Do ponto de vista atual, efeitos cambiais positivos poderão contribuir adicionalmente em um bilhão de euros ao faturamento. A margem EBIT ajustada deve ficar em torno de mais de 10,5 por cento em 2015. Estímulos de crescimento devem vir novamente da Ásia, especialmente da China, bem como da América do Norte. A Continental espera para 2015 um produção mundial de veículos de pequeno porte (até 6 toneladas) de cerca de 89 milhões de unidades.

"O começo do ano de 2015 tem ido bem e confirma nossas expectativas para o ano inteiro" afirmou o Presidente do Conselho Administrativo da Continental, Dr. Elmar Degenhart, na quinta-feira, durante a apresentação dos resultados financeiros preliminares em Hanôver. "Nós estamos muito satisfeitos com mais um ano extremamente bem sucedido: alcançamos nossa meta para 2014."

Degenhart complementou: "Para a classificação dos resultados, não devemos esquecer que partes da Europa, Rússia e América do Sul viviam uma fase acentuada de fraco crescimento econômico. Além disso, houve flutuações consideráveis nas taxas de câmbio. Adicionalmente, o 'inverno verde' no final de 2014 influenciou de maneira negativa o mercado de pneus de inverno na Europa. As forças motrizes para o desenvolvimento de vendas foram novamente a China e a América do Norte. A este respeito, o lucro alcançado de cerca de 2,4 bilhões de euros, após a dedução de impostos, ou 11,88 euros por ação, foi considerável. Baseado nisto, queremos aumentar o nosso dividendo pela terceira vez consecutiva e sugerir um pagamento de 3,25 euros por ação. A taxa de pagamento de dividendos foi de 27,4 por cento, o que é outra vez ligeiramente superior à do ano passado."

"Também notável é o forte Free Cashflow de mais de dois bilhões de euros. Isto nos permitiu comprimir a dívida financeira líquida para o seu menor nível desde 2006. Ao mesmo tempo, temos investido mais de 4 bilhões em imóveis, instalações, equipamentos e software, bem como em pesquisa e desenvolvimento", disse Degenhart.

Equipamentos com sistemas eletrônicos e software continuarão a crescer fortemente

Degenhart também esboçou para os repórteres o desenvolvimento da empresa até 2020: "Contamos com a crescente demanda por mobilidade e com a crescente demanda de nossos clientes industriais. O volume de produção de veículos com peso total de até 6 toneladas deverá atingir a marca de 100 a 105 milhões de veículos. Além disso, os equipamentos com sistemas eletrônicos e software continuarão a crescer fortemente, impulsionado pela crescente demanda dos consumidores e das exigências regulatórias cada vez mais rigorosas em matéria de segurança e consumo de energia. Com base nisto, entre outras coisas, esperamos em 2020 obter 50 bilhões de euros em vendas rentáveis", disse Degenhart.

EBIT cresceu para 3,3 bilhões de euros

Em 2014, o Grupo Continental elevou seu faturamento em 3,5% para 34,5 bilhões de euros. Tirando os efeitos negativos da taxa de câmbio na ordem de 470 milhões de euros e as mudanças na consolidação do Grupo, o aumento foi de cerca de 4,2%. O resultado operacional (EBIT) cresceu 2,5 por cento, para quase 3,3 bilhões de euros. A margem do EBIT totalizou 9,7%, depois de totalizar 9,8% no ano fiscal de 2013. O EBIT ajustado, principalmente em torno das amortizações relacionadas à aquisição e circunstâncias extraordinárias, aumentou cerca de 3,7 por cento para quase 3,9 bilhões de euros. A cota baseada no faturamento foi de 11,3 por cento, em comparação com 11,2 por cento do ano anterior.

Resultado de juros melhorado em mais de meio bilhão de euros

A redução do endividamento financeiro líquido e as melhores condições de crédito e empréstimo tiveram um efeito claramente positivo nos resultados de juros do Grupo Continental, como anunciado. "Nosso resultado de juros, em comparação com 2013, melhorou em mais de meio bilhão de euros para menos 265 milhões de euros", disse o Diretor Financeiro Wolfgang Schäfer.

Esta tendência positiva deve-se principalmente ao pagamento antecipado das quatro obrigações emitidas em 2010 e por seu refinanciamento parcial, com obrigações de juros significativamente mais favoráveis em 2013. Este ano, em razão do preço de compra de Veyance Technologies, esperamos um resultado de juros negativo de cerca de 300 milhões de euros. Nós também planejamos alcançar um Free Cashflow de, pelo menos, 1,5 bilhões de euros antes de aquisições", disse Schäfer.

A Continental disponibilizou novamente em 2014 recursos significativos para pesquisa e desenvolvimento: a aplicação foi de quase 2,1 bilhões de euros. Isso corresponde a uma cota de 6,2% do faturamento após os 5,6% do ano anterior. Rondando 2 bilhões de euros, também foram investidos cerca de 5,9 por cento do faturamento em bens, instalações, equipamentos e software. Também para o ano fiscal atual, a taxa de investimento deve ser de cerca de seis por cento.

O desenvolvimento positivo do negócio também pode ser percebido pelo número crescente de funcionários: no fim de 2014, o Grupo Continental contava com cerca de 190 mil empregados e com isso, quase 11 mil a mais do que no ano anterior. Atualmente a empresa emprega cerca de 200 mil funcionários.

Grupo Continental em bilhões de euro

2014

2013

D em %

Faturamento

34.505,7

33.331,0

3,5

EBITDA

5.133,8

5.095,0

0,8

em % de faturamento

14,9

15,3

 

EBIT

3.344,8

3.263,7

2,5

em % de faturamento

9,7

9,8

 

Resultado do Grupo a distribuir aos acionistas

2.375,3

1.923,1

23,5

Resultado por ação (em €)

11,88

9,62

23,5

Custos de pesquisa e desenvolvimento

2.137,7

1.878,4

13,8

em % de faturamento

6,2

5,6

 

Amortizações1

1.789,0

1.831,3

-2,3

– das quais, depreciações2

178,9

126,7

41,2

Ativos operacionais (em 31/12)

16.596,1

15.832,3

4,8

Ativos operacionais (média)

16.726,5

16.804,0

-0,5

Retorno do investimento (ROCE)

20,0

19,4

 

Investimentos3

2.045,4

1.981,1

3,2

em % de faturamento

5,9

5,9

 

Número de funcionários (em 31/12)4

189.168

177.762

6,4

 

 

 

 

Faturamento ajustado5

34.177,6

33.259,1

2,8

Resultado operacional ajustado (EBIT ajustado)6

3.874,5

3.737,5

3,7

em % do faturamento ajustado

11,3

11,2

 

  1. Sem amortizações dos ativos financeiros.
  2. O termo "depreciação" (Impairment) implica amortizações adicionais, bem como a reversão de perdas necessárias.
  3. Investimentos em ativos fixos e software.
  4. Sem estagiários.
  5. Ajustado por alterações no perímetro de consolidação.
  6. Ajustado em amortizações de ativos intangíveis de alocação do preço de compra (PPA), alterações do perímetro de consolidação e efeitos especiais.