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A Continental expande significativamente o seu campo de ação

Mar 6, 2014

  • Ganhos superiores a 1,9 mil milhões de euros/proposta de dividendos de 2,50 euros por ação
  • Dívida financeira líquida novamente reduzida em mil milhões de euros
  • Aumento do volume de vendas para 33,3 mil milhões de euros/800 milhões de euros de impactos negativos da taxa de câmbio
  • Resultado operacional ajustado (EBIT ajustado) de 3,7 mil milhões de euros/margem ajustada de 11,3%
  • Perspetiva para 2014: aumento do volume de vendas de 5% para aproximadamente 35 mil milhões de euros
  • Arranque positivo do ano 2014:  margem EBIT ajustada acima do valor do ano anterior

Hannover/Frankfurt/Main, 6 de março de 2014. Em 2013, o grupo Continental mostrou-se forte e voltou a expandir significativamente o seu campo de ação. Tal como no ano passado, o fornecedor internacional da indústria automóvel, fabricante de pneus e parceiro industrial prevê novamente progressos para o ano 2014, os quais se devem ao desenvolvimento do mercado que continua a evidenciar tendências positivas na América do Norte e na Ásia. Está prevista uma expansão do negócio sobretudo na China. Além disso, a Continental pretende reforçar decisivamente a sua posição no mercado industrial através da aquisição planeada da Veyance Technologies Inc., uma empresa especializada em plásticos e borracha.

Comunicado de Imprensa 

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"Em 2013, obtivemos um resultado muito bom e seguimos de forma segura, consistente e eficiente os nossos objetivos. Em retrospetiva, conseguimos mais do que esperávamos: com valores superiores a 1,9 mil milhões de euros, ou seja, 9,62 euros por ação, confirmámos um alto nível no que diz respeito aos ganhos. Adicionalmente, reduzimos a dívida financeira líquida em mais mil milhões de euros. No final de 2013, o grau de endividamento encontrava-se em 46%, um valor que já não se registava desde o final de 2006", declarou o Dr. Elmar Degenhart, Presidente do Conselho Administrativo da Continental, na quinta-feira, na apresentação dos resultados financeiros provisórios, na conferência de imprensa anual em Frankfurt/Main. "Mantivemos ao mesmo alto nível os nossos investimentos em equipamentos e software, assim como em investigação e desenvolvimento. Ao mesmo tempo, com muita paciência e disciplina, conseguimos possibilidades para uma aquisição na casa dos mil milhões de euros."

Perante os jornalistas, Degenhart chamou a atenção para o facto de que a ação da Continental foi em 2013, pela segunda vez, líder do índice DAX com uma variação positiva de 82%. "Tal como no ano anterior, os nossos acionistas devem beneficiar diretamente do sucesso da empresa. Pretendemos pagar dividendos no montante de 2,50 euros por ação, o que será proposto à assembleia geral no dia 25 de abril de 2014 em Hannover. No contexto de ganhos equivalentes a 9,62 euros por ação, isto significa uma quota de distribuição de aproximadamente 26%", explicou Degenhart.

Segundo Degenhart, registou-se um arranque positivo do primeiro trimestre de 2014. "Contamos com um aumento do volume de vendas de 3 a 4%. As taxas de câmbio continuam a mostrar uma evolução negativa, o que, por sua vez, nos continua a travar. O seu impacto no aumento do volume de vendas do primeiro trimestre de 2014 está previsto chegar aos 4 pontos percentuais. O resultado operacional ajustado no primeiro trimestre de 2014 será superior ao valor comparável do ano anterior."

Em 2013, o grupo Continental registou um aumento de 1,8% do seu volume de vendas, para 33,3 mil milhões de euros. Limpo dos impactos negativos da taxa de câmbio no montante de aproximadamente 800 milhões de euros, assim como das alterações no círculo de consolidação, obtém-se um aumento de 4,0%. O resultado operacional (EBIT) subiu 2,4%, para quase 3,3 mil milhões de euros. A margem EBIT foi de 9,8%, após os 9,7% no exercício de 2012. O EBIT ajustado, principalmente em função das amortizações condicionadas pelas aquisições e dos efeitos especiais, cresceu 3,5% para cerca de 3,7 mil milhões de euros. A quota foi de 11,3% após os 11,0% do ano anterior.

A Continental reforçou o seu capital próprio em mais de mil milhões de euros. Assim, a quota de capital próprio melhorou de aproximadamente 30% para quase 35%. "Com isto, conseguimos atingir os objetivos superiores definidos por nós próprios de 30 a 35%", explicou Degenhart.

Em comparação com o final de 2012, a dívida financeira líquida do grupo desceu cerca de mil milhões de euros, para 4,3 mil milhões de euros. Conseguiu-se assim uma clara melhoria do grau de endividamento (Gearing Ratio) em comparação com o ano anterior, de aproximadamente 65% no final de 2012 para 46%. "A nossa dívida financeira líquida ainda se encontra acima da média do ramo. No entanto, continuamos a seguir o objetivo de reforçar ainda mais o nosso negócio para além do ramo da indústria automóvel – eventualmente, através de outras aquisições dentro do setor industrial, mas também através da expansão contínua do nosso negócio de pneus de reposição", afirmou Degenhart.

A dívida financeira líquida mais baixa e as condições de crédito e de empréstimo melhoradas terão, no futuro, um claro efeito positivo sobre o resultado dos juros do grupo Continental. "No que diz respeito ao exercício em curso, contamos com um resultado dos juros inferior a 400 milhões de euros negativos", disse o Diretor Financeiro Wolfgang Schäfer. Em 2013, o resultado dos juros ainda se situava em aproximadamente 800 milhões de euros negativos. "O aumento de 300 milhões de euros face a 2012 resultou essencialmente da amortização antecipada de quatro empréstimos contraídos em 2010: por um lado, resultaram daí perdas de avaliação sem efeito sobre a liquidez. Por outro, aplicaram-se sobretaxas no montante de aproximadamente 110 milhões de euros relativamente à amortização antecipada", explicou Schäfer.

Para o exercício de 2013, registou-se um Free Cashflow de aproximadamente 1,8 mil milhões de euros. "O aumento de aproximadamente 166 milhões de euros adicionais foi, tal como no ano anterior, claramente acima das nossas expectativas", declarou Schäfer, referindo que isto se deve em parte à melhoria constante da quota de capital de exploração (Working Capital). Para o ano de 2014, a Continental planeia um Free Cashflow antes de aquisições de, no mínimo, 1,2 mil milhões de euros.

Em 2013, a Continental reforçou novamente as suas atividades de investigação e desenvolvimento: as despesas situaram-se em quase 1,9 mil milhões de euros. Isto corresponde a uma quota de 7,4% do volume de vendas, em comparação com os 7,1% do ano anterior. "É o valor mais elevado da história da empresa. Pertencemos às empresas mais inovadoras do índice bolsista alemão DAX. Além disso, voltámos a investir no ano passado cerca de 2 mil milhões de euros", disse Degenhart.

O desenvolvimento positivo do negócio refletiu-se também no número crescente de funcionários: no final de 2013, o grupo Continental contava com cerca de 178 000 funcionários, aproximadamente 8000 mais do que no ano anterior.

"No global, estamos confiantes no que diz respeito ao exercício de 2014, contando com uma subida de 2% na área de veículos ligeiros de passageiros, veículos utilitários desportivos e veículos utilitários ligeiros. Por isso, estabelecemos novamente o objetivo de atingir um crescimento de 5%, aumentando o nosso volume de vendas para um total de aproximadamente 35 mil milhões de euros. Contamos que se verifiquem novamente impactos negativos consideráveis da taxa de câmbio, no entanto, estes não devem afetar negativamente a receita das nossas vendas", resumiu Degenhart. Acrescentou ainda: "Prevemos uma margem EBIT ajustada superior a 10%. No que diz respeito ao Automotive Group, planeamos um aumento do volume de vendas, para aproximadamente 21 mil milhões de euros, e uma margem EBIT ajustada superior a 8%. Sem a aquisição da Veyance Technologies Inc., o Rubber Group vai aumentar o seu volume de vendas no exercício em curso para cerca de 14 mil milhões de euros e registar uma margem EBIT ajustada superior a 15%, apesar dos encargos relacionados com as matérias-primas, que está previsto serem superiores."

O grupo Continental em milhões de euros

 

2013

2012

 em %

Volume de vendas

33.331,0

32.736,2

1,8

EBITDA

5.095,0

4.967,4

2,6

em % do volume de vendas

15,3

15,2

 

EBIT

3.263,7

3.186,2

2,4

em % do volume de vendas

9,8

9,7

 

Resultado do grupo atribuível aos acionistas

1.923,1

1.905,2

0,9

Resultado por ação (em €)

9,62

9,53

0,9

Custos de investigação e desenvolvimento

1.878,4

1.744,8

7,7

em % do volume de vendas

5,6

5,3

 

Amortizações1

1.831,3

1.781,2

2,8

– das quais desvalorizações2

126,7

49,9

153,9

Ativos operacionais (em 31.12)

15.832,3

16.277,6

–2,7

EBIT em % dos ativos operacionais (em 31.12)

20,6

19,6

 

Ativos operacionais (média)

16.804,0

16.953,8

–0,9

EBIT em % dos ativos operacionais (média)

19,4

18,8

 

Investimentos3

1.981,1

2.019,4

–1,9

em % do volume de vendas

5,9

6,2

 

Número de colaboradores (em 31.12)4

177.762

169.639

4,8

 

 

 

 

Volume de vendas ajustado5

33.164,3

32.684,7

1,5

Resultado operacional ajustado (EBIT ajustado)6

3.736,5

3.611,5

3,5

em % do volume de vendas ajustado

11,3

11,0

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  1. Sem amortizações em aplicações financeiras.
  2. O conceito de desvalorização (impairment) inclui amortizações extraordinárias, bem como valorizações necessárias.
  3. Investimentos em equipamentos e software.
  4. Sem formandos e estagiários.
  5. Ajustado com base nas alterações no círculo de consolidação.
  6. Ajustado com base em amortizações de ativos intangíveis decorrentes da alocação do preço de compra (PPA), alterações no círculo de consolidação e efeitos especiais.

Contacto para jornalistas

Hannes Boekhoff

Diretor de Imprensa

Continental AG

Vahrenwalder Straße 9

30165 Hannover

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Fax: +49 511 938-1016

E-mail: corporate-media-relations@conti.de


Antje Lewe

Porta-voz

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